Ora bem, ainda
não vi o filme. Mas este super-herói fascista português parece-me inspirado numa
mistura do “Torrente” espanhol e o “Tio de la Vara”. Pelos comentários que li,
é uma sátira do Estado Novo português mas não está a gostar muito ao pessoal da
esquerda portuguesa. A polémica está servida. Neste espaço estamos e estaremos sempre abertos às novas
propostas no cinema português que, bem podemos dizer, não está a passar o seu
melhor momento. Gostava de saber a opinião do Manoel de Oliveira deste filme...
Será este super-heói quem vai salvar o cinema português?
sábado, 9 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Dia Internacional da Língua Portuguesa - 5 de maio
Aproveitando a
conmemoração do Dia Internacional da Língua Portuguesa, muito apropriado o tema
“Às Vezes” dos D.A.M.A. Reparem na pronúncia, se calhar o mais importante nesta
língua.
domingo, 26 de abril de 2015
Sem pão (e vinho) não há liberdade. Jantar 25 de Abril
sábado, 18 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
A propósito de Manoel de Oliveira
Vou para Casa
O tempo é uma passagem de tempos. Morreu.
As palavras podem ser cruéis. Partiu. Os sentimentos podem ser
contraditórios. Acabou. Nasceu uma ausência. Floresce a partir de agora
uma saudade. Constrói-se um vazio triste. Combate-o a alegria da
hipótese do outro lado do espelho. O da esperança, o da certeza da
impossibilidade da morte, da impossibilidade da partida, da
impossibilidade da ausência. Há pessoas para quem a morte não será nunca
uma passagem. Não se afastam. Não desaparecem. Não se apagam da
memória. Não há futuro sem o presente que representam e o passado que
souberam construir. Manoel de Oliveira deu esta quinta-feira o último
suspiro. Tinha 106 anos. O seu tempo é um tempo de todos os tempos.
Expresso 2 abril 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
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